Peixes primitivos, Eco-esporte e “Fazenda de Corais” foram destaque na primeira edição da EcoFish Brasil, em São Paulo
O evento representa um setor em plena expansão e que movimenta mais de R$ 1 bilhão por ano

Peixe pré-histórico de R$ 32 mil é destaque em feira pet
Na lista de pets preferidos, eles estão em quarto lugar. O Brasil soma 22,6 milhões de peixes ornamentais. O sucesso desses animais de estimação pode ser comprovado na Ecofish, feira de aquicultura e ecossistemas aquáticos cuja terceira edição foi realizada entre 14 e 16 de agosto, em São Paulo, ocupando um espaço exclusivo de 2 mil m² dentro da PET South America.
Quem passou pelo local se surpreendeu com a variedade de animais, acessórios e produtos. Os peixes primitivos chamaram atenção dos visitantes pela raridade e preço. Entre as espécies apresentadas estavam: moreia fire, boca de jacaré, aruanã prata e o lepidosiren paradoxa. Este último, mais conhecido como piramboia-xântica, pode custar até US$ 6 mil, o equivalente a R$ 32 mil. “Ele tem uma condição que não permite que o peixe passe o gene dele para frente. Com isso, ele se torna um peixe raro. É como se fosse uma digital”, explica Nicholas Laurencio, especialista da empresa Franco Aquarismo.
“Tem peixes que eu nunca vi e aprendi um pouco sobre cada um e suas características. Achei interessante poder ver tão de pertinho”, afirma a visitante Alana Santos.
No estande da Raid Brasil- empresa especializada em certificados de mergulho internacional -, o visitante encontrou vários tipos de cilindros, acessórios de mergulho, além de cursos. “São treinamentos que seguem os padrões internacionais. Temos desde cursos básicos para iniciantes a cursos mais específicos, como o de mergulho em caverna”, explica Carlos de Morais, representante regional da empresa no Brasil e América do Sul.
“Eu fiquei com vontade de fazer o curso profissionalizante de mergulho. Dura 4 dias e tem certificado internacional. O que possibilita mais liberdade em algumas viagens”, conta Eduardo Canto, que foi conhecer de perto a EcoFish.
Já a Caiker, que também representa o segmento de eco-esporte, levou um dos seus 30 modelos de caiaques para expor. Eles são feitos de polietileno, plástico de alta resistência. No seu portfólio, eles contam com o modelo Aquarius, com duas janelas de acrílico transparente no fundo do casco e que permite visualizar o fundo do mar ou rio. Proporcionando uma experiência diferente ao praticante.
Outra curiosidade da feira é a “fazenda de corais”, como a da Black Reef. A empresa é especializada em corais vivos. São mais de 30 espécies de mudas expostas, com preços que variam de R$ 50 a R$ 450.
Por Assessoria de Imprensa



